quarta-feira, 24 de junho de 2009

BOLSA-FAMÍLIA: BOM OU RUIM?


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do Blog da Santa, parte de um artigo que pode ser lido neste link do Estadão:

Se o objetivo final de Lula e do PT é criar um gigantesco curral eleitoral, eles estão sendo muito bem-sucedidos.

Os “bolsistas” do famigerado programa Bolsa-Família estarão sempre dispostos a sufragar os candidatos que o governo recomendar.

Mas se o que se pretende é emancipar as pessoas, então o Bolsa-Família está se revelando uma grande excrescência.

1) Não se está exigindo, na prática, nenhuma contrapartida dos beneficiários.
Benefício concedido sem reciprocidade é esmola. E esmola não cria cidadãos ativos. Cria, isso sim, mendigos.

2) Não se está fixando um prazo máximo para a concessão do benefício.


Benefício concedido para sempre não é uma ajuda, mas sim um privilégio. E privilégios não geram indivíduos independentes. Geram, quando muito, um massa disforme de parasitas.

3) O valor do benefício pago está-se revelando muito elevado.
Benefício com valor elevado não complementa o trabalho, mas o substitui. Não gera trabalhadores, mas desocupados. Em vez de pessoas ativas, uma multidão apática de ociosos.

Como é economicamente impossível pôr a totalidade dos brasileiros sob o guarda-chuva do Bolsa-Família - alguém tem de pagar a conta -, teremos no País, doravante, duas classes de cidadãos: a dos que sustentam e a dos que são sustentados pelo Bolsa-Família.

Quanto a você, que está lendo este artigo, a recomendação do governo é a seguinte: “Trate de trabalhar duro! Além da sua família, há mais 11 milhões de famílias que dependem de você!”

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