A UNIVERDE, em mais uma ação inovadora, vem realizando estágio na área de saúde e segurança do trabalho, em parceria com instituições de ensino técnico e organizações não governamentais.
Está em curso, e com término previsto para 19 de dezembro de 2009, o estágio para técnicos em segurança do trabalho, dirigido pela UNIVERDE, coordenado pelo ambientalista e gestor ambiental Roberto Felix.
Os estudantes Andréa de Sá, Celso Júnior, Gabriel Kzam, Maribel Ribeiro, Willian Fontes e Sérgio Fernandes, oriundos do SENAC Niterói, durante seis meses executarão o plano pedagógico proposto e supervisionado pela instituição de ensino, e validado pelo CIEE - Centro Integração Escola, Empresa.
O objetivo final da UNIVERDE, além de adequar-se às normas de trabalhistas, é implantar em suas frentes de trabalhos ambientais, a prática segura nas atividades, diminuindo a ocorrência de acidentes, e geração de oportunidades de emprego para profissional desta área, a partir de 2010.
A fase de atividades com aulas práticas dos alunos da UNIVERDE ocorrerá em uma importante obra da Petrobras executada no estado do Rio de Janeiro. Trata-se do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida.
As aulas práticas no estágio da UNIVERDE serão de grande importância na vida profissional dos estudantes.
Para entendermos esta afirmação, será necessário conhecermos o cenário de uma das mais complexas obras já realizada na Baia de Guanabara.
Para a construção do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida, foi formado um consórcio composto pelas empresas: Galvão Engenharia S/A. Tomé Transportes e Engenharia Ltda. e Alusa Engenharia Ltda.
O consórcio GTA tem sua base operacional no município de São Gonçalo para armazenamento de materiais e equipamentos, apoio operacional, logístico e administrativo das obras.
A empresa Mendes Júnior atua fora do consórcio, construindo um Píer e ponte de interligação entre as Ilhas Comprida e Redonda.
Também faz parte do projeto a instalação de dois dutos de interligação com a Refinaria de Duque de Caxias – REDUC, que possibilitará a transferência de GLP.
O empreendimento de construção e montagem do novo Terminal Aquaviário da Ilha Comprida com adaptações no Terminal do Aquaviário da Ilha Redonda e lançamentos de dutos de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), na Baia de Guanabara, faz parte do plano de antecipação da produção de gás (Plangas), projeto desenvolvido pela PETROBRAS em parceria com o Governo Federal.
Esse plano foi criado pelo Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, devido à situação atual instável em que se encontra o setor de gás nacional, com o objetivo de diminuir os riscos associados ao fornecimento de gás da Bolívia.
Trata-se de um esforço nacional para antecipar projetos de produção de gás natural visando o aumento da sua capacidade de escoamento de GLP na região sudeste do Brasil.
As instalações do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida permitirão o armazenamento em tanques e esferas, o GLP produzido nas unidades de processamento do Terminal de Cabiúnas e REDUC, a partir do processamento do gás natural da Bacia de Campo. Desta forma será possível disponibilizar gás de cozinha para as demais regiões do Brasil e ainda exportar os excedentes.
O processo de escoamento de GLP consiste basicamente de recebimento, armazenamento em esferas, secagem (remoção da umidade), refrigeração, armazenamento e transferência para navios.
Estas mesmas estruturas já existem no Terminal Aquaviário da Ilha Redonda e serão implantadas na Ilha Comprida de forma que o GLP possa ser escoado pelos dois terminais conjuntamente e possam compartilhar suas estruturas de apoio existentes e futuras.
A Ilha Comprida está localizada no interior da Baia de Guanabara, a 300 metros do Terminal Aquaviário da Ilha Redonda. Nesta Ilha será implantado o Terminal Aquaviário da Ilha Comprida com estrutura similar às já existentes no Terminal Aquaviário da Ilha Redonda.
Em função do curto prazo para conclusão total do empreendimento e atendimento às metas do Plangas, foi considerada uma fase antecipada onde serão construídos os novos dutos de 8 e 12 polegadas, as esferas, a estação de bombeamento de GLP pressurizado e do cais da Ilha Comprida.
Essa fase permitirá a recebimento, o armazenamento e o carregamento do GLP pressurizado em navios também pressurizados ou semi-refrigerados, tanto no terminal da Ilha Redonda como no futuro Terminal Aquaviário da Ilha Comprida.
Nesta fase, ainda serão necessários as estruturas de apoio, como por exemplo, a ponte de acesso para o compartilhamento operacional e logístico entre os terminais.
A mão de obra especializada necessária para o Projeto GLP seja selecionada com base no banco de dados do de mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e Gás – PROMINP e banco de dados do IECOMPERJ, dando prioridade ao aproveitamento de mão de obra local incluindo uma equipe especializada na gestão ambiental.
Nesta fase de implantação do terminal, estima-se que a mão de obra direta necessária seja da ordem de 1300 profissionais e na fase de operação do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida serão necessárias 231 profissionais, sendo 92 da PETROBRAS e 139 contratados.
Está em curso, e com término previsto para 19 de dezembro de 2009, o estágio para técnicos em segurança do trabalho, dirigido pela UNIVERDE, coordenado pelo ambientalista e gestor ambiental Roberto Felix.
Os estudantes Andréa de Sá, Celso Júnior, Gabriel Kzam, Maribel Ribeiro, Willian Fontes e Sérgio Fernandes, oriundos do SENAC Niterói, durante seis meses executarão o plano pedagógico proposto e supervisionado pela instituição de ensino, e validado pelo CIEE - Centro Integração Escola, Empresa.
O objetivo final da UNIVERDE, além de adequar-se às normas de trabalhistas, é implantar em suas frentes de trabalhos ambientais, a prática segura nas atividades, diminuindo a ocorrência de acidentes, e geração de oportunidades de emprego para profissional desta área, a partir de 2010.
A fase de atividades com aulas práticas dos alunos da UNIVERDE ocorrerá em uma importante obra da Petrobras executada no estado do Rio de Janeiro. Trata-se do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida.
As aulas práticas no estágio da UNIVERDE serão de grande importância na vida profissional dos estudantes.
Para entendermos esta afirmação, será necessário conhecermos o cenário de uma das mais complexas obras já realizada na Baia de Guanabara.
Para a construção do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida, foi formado um consórcio composto pelas empresas: Galvão Engenharia S/A. Tomé Transportes e Engenharia Ltda. e Alusa Engenharia Ltda.
O consórcio GTA tem sua base operacional no município de São Gonçalo para armazenamento de materiais e equipamentos, apoio operacional, logístico e administrativo das obras.
A empresa Mendes Júnior atua fora do consórcio, construindo um Píer e ponte de interligação entre as Ilhas Comprida e Redonda.
Também faz parte do projeto a instalação de dois dutos de interligação com a Refinaria de Duque de Caxias – REDUC, que possibilitará a transferência de GLP.
O empreendimento de construção e montagem do novo Terminal Aquaviário da Ilha Comprida com adaptações no Terminal do Aquaviário da Ilha Redonda e lançamentos de dutos de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), na Baia de Guanabara, faz parte do plano de antecipação da produção de gás (Plangas), projeto desenvolvido pela PETROBRAS em parceria com o Governo Federal.
Esse plano foi criado pelo Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, devido à situação atual instável em que se encontra o setor de gás nacional, com o objetivo de diminuir os riscos associados ao fornecimento de gás da Bolívia.
Trata-se de um esforço nacional para antecipar projetos de produção de gás natural visando o aumento da sua capacidade de escoamento de GLP na região sudeste do Brasil.
As instalações do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida permitirão o armazenamento em tanques e esferas, o GLP produzido nas unidades de processamento do Terminal de Cabiúnas e REDUC, a partir do processamento do gás natural da Bacia de Campo. Desta forma será possível disponibilizar gás de cozinha para as demais regiões do Brasil e ainda exportar os excedentes.
O processo de escoamento de GLP consiste basicamente de recebimento, armazenamento em esferas, secagem (remoção da umidade), refrigeração, armazenamento e transferência para navios.
Estas mesmas estruturas já existem no Terminal Aquaviário da Ilha Redonda e serão implantadas na Ilha Comprida de forma que o GLP possa ser escoado pelos dois terminais conjuntamente e possam compartilhar suas estruturas de apoio existentes e futuras.
A Ilha Comprida está localizada no interior da Baia de Guanabara, a 300 metros do Terminal Aquaviário da Ilha Redonda. Nesta Ilha será implantado o Terminal Aquaviário da Ilha Comprida com estrutura similar às já existentes no Terminal Aquaviário da Ilha Redonda.
Em função do curto prazo para conclusão total do empreendimento e atendimento às metas do Plangas, foi considerada uma fase antecipada onde serão construídos os novos dutos de 8 e 12 polegadas, as esferas, a estação de bombeamento de GLP pressurizado e do cais da Ilha Comprida.
Essa fase permitirá a recebimento, o armazenamento e o carregamento do GLP pressurizado em navios também pressurizados ou semi-refrigerados, tanto no terminal da Ilha Redonda como no futuro Terminal Aquaviário da Ilha Comprida.
Nesta fase, ainda serão necessários as estruturas de apoio, como por exemplo, a ponte de acesso para o compartilhamento operacional e logístico entre os terminais.
A mão de obra especializada necessária para o Projeto GLP seja selecionada com base no banco de dados do de mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e Gás – PROMINP e banco de dados do IECOMPERJ, dando prioridade ao aproveitamento de mão de obra local incluindo uma equipe especializada na gestão ambiental.
Nesta fase de implantação do terminal, estima-se que a mão de obra direta necessária seja da ordem de 1300 profissionais e na fase de operação do Terminal Aquaviário da Ilha Comprida serão necessárias 231 profissionais, sendo 92 da PETROBRAS e 139 contratados.
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