Metro quadrado na construção civil já custa em média R$ 761:
Rio Grande do Norte e Pernambuco tiveram os maiores aumentos de custos em outubro, mas o Rio ainda é o estado mais caro do país
9/11/2010 -
O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, registrou variação de 0,51% erm outubro, acima da taxa de 0,35% em setembro. Em outubro de 2009 a variação foi de 0,33%.
As variações mensais em 2010:
• Janeiro: 0,42%
• Fevereiro: 0,43%
• Março: 0,76%
• Abril: 0,37%
• Maio: 1,61%
• Junho: 0,66%
• Julho: 0,74%
• Agosto: 0,31%
• Setembro: 0,35%
• Outubro: 0,51%
No ano, a variação acumulada é de 6,34%, bem acima do registrado no mesmo período de 2009 (4,93%). Em 12 meses, a carestia do setor chega a 7,26%.
O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 757,86 em setembro para R$ 761,74 em outubro, dos quais R$ 430,21 são relativos aos materiais e R$ 331,53 à mão-de-obra. A parcela dos materiais acelerou de 0,41% para 0,50%, e a mão de obra avançou de 0,27% para 0,53%.
A variação do custo da construção por região, em outubro:
• Nordeste: 1,21% (R$ 715,80 o metro quadrado, em média)
• Norte: 0,50% (R$ 774,81)
• Sul: 0,31% (R$ 744,13)
• Centro-Oeste: 0,25% (R$ 743,29)
• Sudeste: 0,23% (R$ 800,24)
Rio Grande do Norte e Pernambuco apresentaram os maiores aumentos no custo da construção em outubro, devido aos reajustes salariais decorrentes de acordo coletivo. Roraima teve a menor taxa mensal.
Pelo sétimo mês seguido, o Rio de Janeiro é o estado com o metro quadrado mais caro do país, seguido de perto por Roraima. O Rio Grande do Norte, que tinha o metro quadrado mais barato em setembro, caiu para o terceiro lugar e foi substituído pelo Espírito Santo.
Veja o metro quadrado por estado em outubro, do mais barato para o mais caro (os percentuais entre parênteses indicam a variação dos últimos 12 meses):
• Espírito Santo: R$ 680,29 (6,52%)
• Sergipe: R$ 684,01 (7,32%)
• Rio Grande do Norte: R$ 686,08 (12,16%)
• Piauí: R$ 692,04 (9,54%)
• Minas Gerais: R$ 708,63 (6,54%)
• Ceará: R$ 709,06 (8,35%)
• Pernambuco: R$ 713,39 (6,24%)
• Amapá: R$ 716,08 (6,13%)
• Paraíba: R$ 718,07 (8,34%)
• Goiás: R$ 720,65 (10,33%)
• Bahia: R$ 724,09 (5,69%)
• Rio Grande do Sul: R$ 724,53 (5,48%)
• Alagoas: R$ 736,74 (6,94%)
• Mato Grosso do Sul: R$ 743,44 (8,89%)
• Maranhão: R$ 744,47 (8,59%)
• Santa Catarina: R$ 750,11 (7,24%)
• Pará: R$ 752,54 (8,31%)
• Mato Grosso: R$ 756,36 (9,66%)
• Paraná: R$ 760,58 (6,46%)
• Brasil: R$ 761,74 (7,26%)
• Tocantins: R$ 770,03 (7,90%)
• Rondônia: R$ 779,19 (18,02%)
• Distrito Federal: R$ 782,80 (6,60%)
• Amazonas: R$ 800,92 (6,21%)
• Acre: R$ 815,82 (8,63%)
• São Paulo: R$ 836,52 (6,90%)
• Roraima: R$ 839,55 (3,58%)
• Rio de Janeiro: R$ 841,59 (6,58%)
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