BUEIROS
A cúpula do PR nega que tenha saído de seus hierarcas a afirmação de que Dilma Rousseff está "brincando com fogo". Fica combinado assim.
De qualquer forma, o comissariado petista no Congresso será obrigado a trabalhar mais. Será insuficiente a tática da ameaça, do gosto do líder Paulo Teixeira, que detesta ouvir falar em mensalão.
Com a ajuda da oposição e da bancada volante do PTB, os chamuscados do PR (41 deputados e sete senadores) poderão colocar bueiros explosivos no caminho da maioria governista. Dois exemplos:
1) Basta que o PT descuide das presenças em reuniões da Comissão de Fiscalização e Controle para que seja surpreendido por constrangedoras convocações de ministros. Com jeito de quem não quer nada, a comissão poderá chamar o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para explicar a alta dos juros.
2) Em agosto, o Congresso deverá apreciar o veto de Lula ao projeto de partilha dos royalties do pré-sal. Votação secreta, fará a alegria dos descontentes.
Nos dois casos a rebeldia dará até mesmo alguma popularidade aos dissidentes.
Sejam quais forem os interesses do surto de autonomia de um pedaço da bancada do governo, o PT deverá lidar com ele apresentando seus argumentos à opinião pública.
No grito ou na costura com os métodos utilizados no Dnit, o comissariado arriscará surpresas e derrotas.
A cúpula do PR nega que tenha saído de seus hierarcas a afirmação de que Dilma Rousseff está "brincando com fogo". Fica combinado assim.
De qualquer forma, o comissariado petista no Congresso será obrigado a trabalhar mais. Será insuficiente a tática da ameaça, do gosto do líder Paulo Teixeira, que detesta ouvir falar em mensalão.
Com a ajuda da oposição e da bancada volante do PTB, os chamuscados do PR (41 deputados e sete senadores) poderão colocar bueiros explosivos no caminho da maioria governista. Dois exemplos:
1) Basta que o PT descuide das presenças em reuniões da Comissão de Fiscalização e Controle para que seja surpreendido por constrangedoras convocações de ministros. Com jeito de quem não quer nada, a comissão poderá chamar o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para explicar a alta dos juros.
2) Em agosto, o Congresso deverá apreciar o veto de Lula ao projeto de partilha dos royalties do pré-sal. Votação secreta, fará a alegria dos descontentes.
Nos dois casos a rebeldia dará até mesmo alguma popularidade aos dissidentes.
Sejam quais forem os interesses do surto de autonomia de um pedaço da bancada do governo, o PT deverá lidar com ele apresentando seus argumentos à opinião pública.
No grito ou na costura com os métodos utilizados no Dnit, o comissariado arriscará surpresas e derrotas.
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