Embora reconheçam que os estoques estão altos, devido ao aumento das importações, Planalto e sindicatos enxergam a concessão em cascata de férias coletivas pelas montadoras de veículos como pressão pela redução do IPI. A medida visaria ainda impedir novos acordos que resultem em aumento real de salário.
A indústria deseja, sobretudo, que o governo promova a diminuição do imposto sem exigir contrapartidas, como o índice de 60% de nacionalização de autopeças. Apesar das tratativas da Anfavea com a equipe econômica, a tendência hoje é que o martelo seja batido pela própria presidente.
fonte:Folha de São Paulo - Painel
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