Fiscalização da ANP não vale 'cafezinho' da Petrobras
Submetida ao comando do PCdoB desde 2003, ano inaugural do reinado de Lula, a Agência Nacional do Petróleo não é um primor de eficiência. Disso já se sabia.
Num instante em que o país assiste aos efeitos do vazamento de óleo no campo confiado à Chevron, na bacia de Campos, descobriu-se uma novidade.
A ANP exerce sua incompetência com a máxima competência, eis o que revelam os dados oficiais trazidos à luz pelo repórter Bruno Villas Boas.
No orçamento da agência para o ano da graça de 2011, reservaram-se R$ 8 milhões para custear a fiscalização da exploração petrolífera em todo Brasil.
É pouco, muito pouco, pouquíssimo. Para piorar, a ANP utilizou apenas 63% do total: R$ 5,03 milhões.
É menos do que a Petrobras gasta anualmente para abastecer as máquinas de café instaladas nas unidades da estatal espalhadas pelo país.
Repetindo: a pseudo-fiscalização realizada pela ANP em 2011 não vale o cafezinho que a Petrobras serve aos seus funcionários!
Quer dizer: na ANP, a distância que separa a fiscalização do ato de fiscalizar é o infinito.
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