Conjunto de gêneros essenciais ficou mais barato em Porto Alegre e Vitória, em relação a dezembro 6/2/2012 - 11:12 - Redação | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Apenas duas das 17 capitais brasileiras onde o Dieese realiza todos os meses a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o conjunto de gêneros alimentícios essenciais ficou mais barato em janeiro: Porto Alegre e Vitória. Nas outras 15 os preços subiram, sendo eu em sete delas o aumento foi superior a 3%: Brasília, João Pessoa, Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Aracaju. Apesar da elevação, a capital sergipana tem a cesta mais barata, e a única abaixo de 200 reais. Na outra ponta está São Paulo, “campeã" entre as localidades com as cestas mais caras. A diferença entre as cestas de Aracaju e da capital paulista, que era de R$ 95,05 em dezembro, passou para R$ 97,66 em janeiro. O contraste entre o Nordeste e as demais regiões do país continua acentuado: a cesta mais cara entre as capitais nordestinas (Recife) custa cerca de 25 reais a menos que a cesta mais barata das outras regiões (Belém). Na comparação anual (janeiro 2012 x janeiro 2011), a cesta só ficou mais barata em Natal (4,88%). Em janeiro do ano passado, a cesta básica na capital potiguar custava R$ 224,58. Os preços da cesta em cada capital pesquisada em janeiro, da mais barata para a mais cara (em relação a dezembro e na variação anual):
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Em janeiro, preço da cesta básica só cai em duas entre 17 capitais do país
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