CREA-PR debate com entidades a crescente demanda por engenheiros dia
As perspectivas do Brasil para o século XXI com foco na economia, indústria e trabalho serão o foco do debate que o CREA-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná) e o Senge-PR (Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná) promovem na quinta-feira (12/04), das 8h30 às 12h, no Plenário do Conselho. As inscrições podem ser feitas pelo site do CREA-PR.
“O intuito é apresentar e discutir o cenário do mercado de trabalho para profissionais da engenharia, agronomia, tecnológicas e técnicas no Brasil, abordando oportunidades trazidas pela política desenvolvimentista brasileira, o crescimento da economia e os seus reflexos no mercado de trabalho e no exercício das profissões das áreas tecnológicas”, explica o presidente do CREA-PR, engenheiro civil Joel Krüger, mencionando a expectativa de políticas do governo federal focadas no desenvolvimento e investimentos em áreas estruturantes indutoras do crescimento. “A estimativa é de que em 2020 o Brasil precise de 1,16 milhão de engenheiros para atender a demandas da construção civil, petróleo, engenharia naval, habitação, infraestrutura, logística e agronegócio. Para isso, é preciso que 68% dos profissionais das áreas tecnológicas do País atuem em sua área específica, quase o dobro em comparação ao panorama atual”.
De acordo com Krüger, este cenário traz grandes desafios às entidades e também às instituições de ensino. “Precisamos de uma formação profissional com visão de futuro para competir em um mercado de mudanças cada vez mais rápidas e estimular a pesquisa e a pós-graduação, de forma que não simplifiquemos a atuação do engenheiro e não nos tornemos meros regularizadores de obra do ponto de vista documental”.
“O intuito é apresentar e discutir o cenário do mercado de trabalho para profissionais da engenharia, agronomia, tecnológicas e técnicas no Brasil, abordando oportunidades trazidas pela política desenvolvimentista brasileira, o crescimento da economia e os seus reflexos no mercado de trabalho e no exercício das profissões das áreas tecnológicas”, explica o presidente do CREA-PR, engenheiro civil Joel Krüger, mencionando a expectativa de políticas do governo federal focadas no desenvolvimento e investimentos em áreas estruturantes indutoras do crescimento. “A estimativa é de que em 2020 o Brasil precise de 1,16 milhão de engenheiros para atender a demandas da construção civil, petróleo, engenharia naval, habitação, infraestrutura, logística e agronegócio. Para isso, é preciso que 68% dos profissionais das áreas tecnológicas do País atuem em sua área específica, quase o dobro em comparação ao panorama atual”.
De acordo com Krüger, este cenário traz grandes desafios às entidades e também às instituições de ensino. “Precisamos de uma formação profissional com visão de futuro para competir em um mercado de mudanças cada vez mais rápidas e estimular a pesquisa e a pós-graduação, de forma que não simplifiquemos a atuação do engenheiro e não nos tornemos meros regularizadores de obra do ponto de vista documental”.
Estrangeiros em atuação no Brasil
Outro tema a ser abordado no seminário é a atuação de profissionais estrangeiros no Brasil e a importância de uma regulamentação voltada à troca de expertises e transferência de tecnologia entre os países. No ano passado, o CREA-PR atendeu à demanda do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) e realizou em todo Estado a ação de fiscalização de profissionais e empresas estrangeiras.
Segundo o presidente do Senge-PR, eng. Ulisses Kaniak, existe um projeto de lei que pretende flexibilizar a entrada de profissionais estrangeiros no País, o que deve ser acompanhado e será pautado no seminário. “Em algumas áreas pontuais nós realmente observamos a falta de profissionais, mas acredito que a maioria dos setores nós temos condições de atender. É preciso também abordarmos sobre a questão de reciprocidade, para que os profissionais brasileiros tenham condições de igualdade para atuar em outros países”, diz.
Durante o encontro, será tratada também a Resolução 1007/03 do CONFEA, que regulamenta o registro dos profissionais estrangeiros no Brasil. “É necessária a urgente revisão desta norma pelo CONFEA, pois o procedimento já não acompanha mais a veloz dinâmica das relações de trabalho que estão se estabelecendo no mercado em função do desenvolvimento tecnológico”, finaliza Krüger.
Programação - Direcionado a entidades classistas, empresas e profissionais do Sistema CONFEA/CREAs, associações de engenheiros, sindicatos, consulados, policia federal, administração pública municipal, estadual e federal, o evento tem na programação a abertura (às 8h30, feita pelo engenheiro civil Joel Krüger, presidente do CREA-PR) e as palestras “Cenário Industrial Brasileiro” (às 8h45, ministrada pelo empresário Edson Luiz Campagnolo, presidente da FIEP-PR), “Brasil como 6ª economia e os impactos no mercado de trabalho da engenharia” (às 9h30, por Fabiano Camargo, subseção do Dieese no Senge-PR), “Trabalho estrangeiro: atuação do Ministério Público do Trabalho – MPT” (às 9h50, com a procuradora do trabalho do Ministério Público do Trabalho, Cristiane Sbalqueiro Lopes), “O Salário Mínimo Profissional e a Empregabilidade dos Profissionais” (10h45, com o engenheiro agrônomo Carlos Bittencourt, presidente da FISENGE) e “Engenharia Nacional e Desenvolvimento” (às 11h, com o engenheiro agrônomo Álvaro José Cabrini Jr, assessor parlamentar do CREA-PR). Mais informações pelo 0800 41 00 67.
Outro tema a ser abordado no seminário é a atuação de profissionais estrangeiros no Brasil e a importância de uma regulamentação voltada à troca de expertises e transferência de tecnologia entre os países. No ano passado, o CREA-PR atendeu à demanda do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) e realizou em todo Estado a ação de fiscalização de profissionais e empresas estrangeiras.
Segundo o presidente do Senge-PR, eng. Ulisses Kaniak, existe um projeto de lei que pretende flexibilizar a entrada de profissionais estrangeiros no País, o que deve ser acompanhado e será pautado no seminário. “Em algumas áreas pontuais nós realmente observamos a falta de profissionais, mas acredito que a maioria dos setores nós temos condições de atender. É preciso também abordarmos sobre a questão de reciprocidade, para que os profissionais brasileiros tenham condições de igualdade para atuar em outros países”, diz.
Durante o encontro, será tratada também a Resolução 1007/03 do CONFEA, que regulamenta o registro dos profissionais estrangeiros no Brasil. “É necessária a urgente revisão desta norma pelo CONFEA, pois o procedimento já não acompanha mais a veloz dinâmica das relações de trabalho que estão se estabelecendo no mercado em função do desenvolvimento tecnológico”, finaliza Krüger.
Programação - Direcionado a entidades classistas, empresas e profissionais do Sistema CONFEA/CREAs, associações de engenheiros, sindicatos, consulados, policia federal, administração pública municipal, estadual e federal, o evento tem na programação a abertura (às 8h30, feita pelo engenheiro civil Joel Krüger, presidente do CREA-PR) e as palestras “Cenário Industrial Brasileiro” (às 8h45, ministrada pelo empresário Edson Luiz Campagnolo, presidente da FIEP-PR), “Brasil como 6ª economia e os impactos no mercado de trabalho da engenharia” (às 9h30, por Fabiano Camargo, subseção do Dieese no Senge-PR), “Trabalho estrangeiro: atuação do Ministério Público do Trabalho – MPT” (às 9h50, com a procuradora do trabalho do Ministério Público do Trabalho, Cristiane Sbalqueiro Lopes), “O Salário Mínimo Profissional e a Empregabilidade dos Profissionais” (10h45, com o engenheiro agrônomo Carlos Bittencourt, presidente da FISENGE) e “Engenharia Nacional e Desenvolvimento” (às 11h, com o engenheiro agrônomo Álvaro José Cabrini Jr, assessor parlamentar do CREA-PR). Mais informações pelo 0800 41 00 67.
Fonte: Ascom/Crea-PR
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