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| Nem sempre um bom mandato garante para o político a permanência no cargo. Aqueles que, estando em função pública, desempenharam uma boa gestão apresentam os mesmos índices de continuidade no cargo que governantes que mantiveram ou pioraram a gestão. Contudo, o partido pelo qual o governante se reelege faz toda a diferença. Os partidos Entre os grandes, a taxa de fracasso é bem mais baixa. Para o Partido dos Trabalhadores (PT), esse número foi de 24,59%. Para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), de 29,78%, para o Democratas, de 33,67%, e para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), 33,64%. As informações constam da pesquisa do cientista político Antonio Lassance, autor da dissertação de mestrado “Bases da Política Brasileira: um estudo das reeleições nos municípios”, defendida na Universidade de Brasília (UnB). O estudo analisou 240 variáveis, referentes a mais de 5.500 municípios, na série histórica de três eleições municipais (1996, 2000 e 2004). Nas eleições de 2000 e 2004, a porcentagem de reeleição foi de 18,3% para os políticos com melhores índices em sua gestão e de 18,73% para aqueles com índices regular ou ruim. “O fato de melhorar os instrumentos de gestão faz diferença para o funcionamento das prefeituras, mas dialoga pouco com o público”, explica Lassance. Segundo ele, os partidos são essenciais na definição das regras do jogo. Além disso, “os partidos são referências para o debate público e economizam detalhes do julgamento feito pelos eleitores”. Clique aqui para ver o estudo na íntegra. Amanda Costa Do Contas Abertas | ||
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
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