Em uma entrevista coletiva antes do encerramento da jornada de terça-feira, o ministro do Meio Ambiente do México, Juan Elvira, anunciou “progressos” nas negociações, mas não deu detalhes. “A reuniu abordou questões que em ocasiões anteriores nem mesmo foram mencionadas, e isso nos dá esperanças de podermos avançar fortemente”, afirmou. A comunidade internacional deve alcançar em dezembro um regime internacional obrigatório para frear os piores efeitos da mudança climática, centrado na redução de gases contaminantes.
No México, as conversações se prolongaram além do programa inicial, um sinal de que se aturaram, especialmente no tocante às metas de redução dos gases estufa produzidos por atividades humanas e considerados responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta. O MEF, criado em março pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também tem Brasil, Alemanha, Austrália, Canadá, China, Coréia do sul, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, África do Sul e União Européia, somando 80% dos gases contaminantes produzidos no mundo.
Em sessões a portas fechadas e cheias de hermetismo, os funcionários abordaram temas como financiamento, adoção de medidas de mitigação e adaptação à mudança climática e transferência de tecnologia das nações industrializadas ao mundo em desenvolvimento. “Tocou-se em profundidade na questão da redução de emissões pelos países industrializados, na qual este fórum está chegando a acordos importantes”, afirmou Juan Elvira. Os presentes discutiram o rascunho da declaração da reunião de cúpula do MEF, em julho no município de La Maddalena, norte da ilha italiana de Sardenha. Também na Itália, entre 8 e 10 de julho, acontecerá a Cúpula dos Oito países mais poderosos do mundo, todos integrantes do MEF.
Uma das expectativas deste ciclo girava em torno de um possível anúncio dos Estados Unidos ou da China sobre uma meta clara de redução de emissões, que até agora não aconteceu. A conferência
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