segunda-feira, 8 de março de 2010

À mão dura de EUA, mão boba da China e mão de gato da Rússia, Irã pega mão estendida do Brasil


É no vácuo da geopolítica que Itamaraty julga haver um papel para Lula desempenhar na Ásia e Oriente Médio

08.03.2010 - 17:14

Antonio Machado

A política externa brasileira arrebata paixões, e difícil é ficar indiferente diante das firulas do Itamaraty para o presidente Lula atrair atenções e ser ouvido como líder de um país em ascensão.

Parecem distrações distantes da realidade, mas começam a tomar um vulto maior que a área de eficácia da diplomacia, e praticamente à revelia de discussões no Congresso e de considerações sobre como a política externa deve enlaçar-se com os negócios empresariais.

As atenções estão agora potencializadas pelas iniciativas com o objetivo de inserir o presidente como negociador de conflitos em duas das regiões mais explosivas do planeta: na Palestina, desde a década de 1950 em estado permanente de guerra entre Israel e parte do mundo árabe, e no Irã, alvo de sanções, que EUA e...  click no titulo para continuar lendo

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